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Anvisa proíbe distribuição e venda de quatro tipos de chá

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda-feira uma resolução que proíbe a fabricação, comercialização e consumo de todos os lotes de quatro tipos de chás produzidos pelo Laboratório Industrial Vida e Saúde Ltda. De acordo com a agência reguladora, os produtos não estão de acordo com a regulação vigente.

O Chá Misto Camomila e Cidreira e o Chá Misto Maçã e Hortelã Dia foram proibidos porque contêm falsa indicação para lactentes. Já o Chá Misto Maçã e Canela é composto por Casca de Jabuticaba, uma espécie vegetal que não consta na composição da bebida. O Chá Noite Tranquila Aromático também não indica a presença de um de seus componentes, o Anis estrelado.

 

O laboratório informou que já está recolhendo todos os lotes dos chás que possuem indicação fitoterápica e afirmou que não está fabricando esse tipo de produto no momento. De acordo com a empresa, um alvará da vigilância sanitária estadual irá regularizar a situação na próxima semana, permitindo a retomada da fabricação dos produtos.

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Novas regras autorizam inseminação artificial em mulheres com mais de 50 anos

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Esta manhã, o Conselho Federal de Medicina (CM) voltou a liberar a inseminação artificial em mulheres com mais de 50 anos, desde que a paciente assuma os riscos da gravidez, em conjunto com o médico. Na resolução anterior, publicada em 2013, mulheres a partir dos 50 anos precisavam de uma autorização dos conselhos de medicina para realizar o procedimento.

“Pela saúde da mulher e da criança, continuamos defendendo o limite máximo de 50 anos. Mas se após o esclarecimento do médico, ela decida pela gravidez e assuma os riscos junto com ele, entendemos ser possível o uso das técnicas de reprodução”, esclarece o tesoureiro e coordenador da Câmara Técnica de Ginecologia e Obstetrícia do CFM, José Hiran Gallo

As novas regras modificam a doação de gametas. Pela nova norma, apenas homens podem doar espermatozoides sem restrição, exceto pela idade máxima de 50 anos. Óvulos podem ser doados apenas em situações nas quais doadora e receptora têm problemas de reprodução e são submetidas a tratamento. Neste tipo de situação, a paciente doadora pode receber ajuda no custeio do tratamento (ou de parte dele) por outra mulher, que também esteja passando o mesmo processo, mas não tenha óvulos em condições de serem fertilizados.

Segundo o CFM, a medida visa acabar com o comércio de óvulos e com as negociações entre mulheres e clínicas de reprodução, que muitas vezes trocam óvulos por uma laqueadura ou aplicação de DIU.

Outra mudança na resolução autoriza a gravidez compartilhada na relação entre duas mulheres. Embora a inseminação já fosse autorizada, a partir de agora a mulher poderá implantar o embrião gerado na inseminação de um óvulo da parceira.

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